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sexta-feira, 28 de março de 2008

CIDADE NEWS - 03/04/2008

Caso Alemão: PF prende mais cinco pessoas em Fortaleza.

Entre os presos, ontem, está a irmã de Jussivan Alves, o ´Alemão´. Um cofre foi apreendido pela PF.

A irmã de Antônio Jussivan Alves dos Santos, o ´Alemão´, foi presa ontem pela Polícia Federal no município de Boa Viagem (distante 221,6 quilômetros de Fortaleza), no Sertão Central do Estado. Geniglei Alves dos Santos foi presa sob acusação de ´lavagem´ do dinheiro furtado e também de ter participado diretamente do furto milionário ao Banco Central, em agosto de 2005.De acordo com nota divulgada à Imprensa pela PF, Geniglei trabalhou como ´secretária´ dos participantes do furto, no local de onde partiu a construção do túnel. Juntamente com a irmã de ´Alemão´, mais quatro pessoas foram presas pela PF. Francisca Eliziane Fernandes da Silva, Rodrigo Leitão da Silva, Edvanda Alexandre de Freitas e Deodato Oliveira Bezerra foram acusados de participação na ´lavagem´ do dinheiro furtado do BC.As prisões foram realizadas em cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão expedidos pela Justiça, em mais uma ação da Operação ´Facção Toupeira´, desencadeada desde agosto de 2005, com o objetivo de identificar os criminosos e recuperar o dinheiro furtado da sede do Banco Central em Fortaleza.


Efetivo


Para cumprir os mandados de busca e apreensão na cidade de Boa Viagem, foi designado um efetivo de 25 policiais federais que vieram de Brasília e apenas um escrivão da capital cearense. O grupo do Distrito Federal partiu de Fortaleza para Boa Viagem por volta das três da madrugada de terça-feira (1º).Por volta das seis horas de ontem, os mandados começaram a ser cumpridos e as prisões foram sendo realizadas.Além das cinco pessoas presas, foram apreendidos: dez veículos, entre eles, um caminhão, cinco motocicletas, R$ 3,6 mil em espécie e um cofre cujo conteúdo não foi revelado pela PF. Os cinco presos estão recolhidos à carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Fortaleza, onde serão interrogados pelo delegado Antônio Celso dos Santos, que comanda as investigações sobre o caso BC.Após a notícia das prisões, a sede da PF, em Fortaleza, registrou uma grande movimentação de jornalistas. No início da tarde, familiares das pessoas presas, como Rosângela de Oliveira Pontes, mulher de Antônio Jussivan e cunhada de Geniglei, começaram a chegar em busca de informações sobre seus parentes. Reservados, os familiares de ´Alemão´, não falaram com a Imprensa.Os presos chegaram a sede da PF, por volta das 13 horas, juntamente com parte dos veículos e objetos apreendidos.No final da tarde, as cinco pessoas detidas foram levadas para o Instituto Médico Legal (IML) para realização de exames de praxe e em seguida retornaram

para a Superintendência da Polícia Federal, em Fortaleza.

DEFESA


Advogada estava em Campo Grande
A advogada Erbênia Rodrigues, que defende os interesses de ´Alemão´, afirmou que conversou rapidamente com a irmã de Antônio Jussivan na sede da PF, ontem. Segundo a advogada, sua cliente disse que não tem envolvimento com as acusações que estão sendo feitas contra ela.Erbênia ressaltou que ainda precisa se inteirar dos fatos e dos motivos da prisão. “Conversei rapidamente com o delegado (Antônio Celso dos Santos), mas ainda não estou totalmente a par das acusações contra minha cliente”.De acordo com Erbênia, sua cliente relatou que logo no início da manhã de ontem, os policiais federais bateram na sua porta, mostraram o mandado e pediram para ela dizer onde estava o resto do dinheiro.A advogada estava visitando Antônio Jussivan, na penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande quando foi informada pelos familiares do mesmo, por telefone, sobre as prisões realizadas pela PF.Erbênia Rodrigues afirmou que Jussivan está muito triste. Ela contou que o principal pedido de ´Alemão´, durante a visita, é a de que a advogada tentasse de todas as formas transferi-lo para o Ceará e o mesmo pudesse cumprir sua pena perto da família.Segundo Herbenia, ´Alemão´ está recolhido em uma cela sem nenhuma regalia. ´Ele só pode ter acesso a alguns livros. Ontem levei a Bíblia. Atualmente ele está lendo livros religiosos e de auto-ajuda´, contou a advogada.

Fonte: Jornal Diário do Nodeste

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Exclusivo: Jornalismo Record apresenta cartas de suspeitos da morte de Isabella.





Jornalismo: Na manhã desta quinta-feira (03/04) o Jornalismo Record apresentou, com exclusividade, a primeira manifestação do pai da menina Isabella Nardoni, Alexandre Nardoni, e da madrasta Anna Carolina Jatobá. As cartas, escritas de próprio punho, foram enviadas ao repórter Roberto Cabrini nesta madrugada e apresentadas no Hoje em Dia, da Record.





Diz Alexandre: "Eu como pai de três filhos, posso dizer sem dúvida uma coisa, que a Isabella é o maior tesouro da minha vida. Tenho outros filhos meninos, mas a minha menininha era a princesa da casa. A Isabella sempre foi muito carinhosa comigo e com os irmãos dela. Costumava dizer que era a mamãe do meu filho mais novo, o Cauã, e defendia o do meio, o Pietro, acima de tudo. Quando me dei conta que tinha perdido a Isabella, senti naquele momento que meu mundo acabou. Não sei como caminhar. Todos estão me julgando sem ao menos me conhecem, não faria isto com ninguém muito menos com minha filha. Amo a Isabella incondicionalmente e prometi a ela, em frente a seu caixão, que enquanto vivo não sossego, até encontrar este monstro. Tiraram a vida de minha princesa de uma maneira trágica e não me permitem sentir falta dela, pois me condenam por algo que não fiz. Minha filha, como os irmãos dela, são tudo na minha vida, estou sem rumo. Mas confio que Deus me dará forças para vencer esses obstáculos, mostrando o caminho certo para a justiça. Quero minha filha bem, em paz e tenho plena certeza e consciência tranqüila do amor que tenho por ela. Pois por mais que me julguem, só eu e minha filhinha sabemos a dor que estamos sentindo. E o mais importante é que Isa sabe o pai que fui para ela. Minha mãe está a base de calmantes por falta do nosso botão de rosa, como ela diz. Meu pai chora quando lembra dela e quando assiste a cada reportagem. Minha irmã e minha mãe choram pelo que estão fazendo. Tenho muito mais a dizer, mas espero que um dia me escutem como um pai que sofre por sua filha e não como um monstro que não sou. Nós não tínhamos feito nenhuma declaração ainda porque acreditávamos que o caso seria solucionado. Nós não somos os culpados e ainda encontrarão o culpado. Dessa forma não precisaríamos mostrar a nossa imagem porque o nosso sofrimento é muito grande, só que nos acusam. Queremos mostrar o que realmente estamos sentindo. A verdade sempre prevalecerá".





Já a madrasta Anna Carolina Jatobá escreve: "Sei que a palavra madrasta pesa ao ouvido dos outros, mas para a Isa sei que eu era a Tia Carol. Amo ela como amo os meus filhos. Tenho minha consciência tranqüila do carinho que sempre a tratei. Ela adorava me ajudar a cuidar dos irmãos e até ensinou o mais novo a andar. Ele trocava meu colo para ficar com ela. O Pietro chamava a Isa todos os dias e só passou a ir a escola quando a Isa estudava lá. Adorava fazer de tudo para agradá-lo. Ela e o Pietro ligavam sempre para que eu os buscasse. Brincávamos ela, eu e o Pietro de musiquinha, ciranda e de casinha. Eu, o Alexandre e minha sogra fizemos o quarto dela como ela sempre sonhou. Compramos o baú da Hello Kitty. Ela adorava as Princesas da Disney e compramos um abajur. Mas acima de tudo isso o carinho era o que mais contava. Então o que tenho a dizer é que a Isabella era tudo para todos nós. Tenho fé que encontraremos quem fez esta crueldade com nossa pequena. Não tínhamos dado nenhuma declaração porque acreditávamos que o caso seria solucionado. Somos inocentes e a verdade sempre prevalecerá".





Junto com as cartas, datadas de 03 de abril de 2008, foram enviadas oito fotos que comprovam o relacionamento do casal com Isabella. A autenticidade destas cartas foram comprovadas pelo Jornalismo Record.

A reportagem completa com a exibição das fotos e outros detalhes exclusivos sobre o caso será exibida no Domingo Espetacular do próximo fim de semana (04/04).

Fonte: Rede Record / Imagem: Blog do Hoje em Dia

Roberto Cabrini, o repórter

Jornalismo: O jornalista Roberto Cabrini é o novo contratado da “Rede Record”, onde realizará reportagens especiais para o “Domingo Espetacular”. “Pretendo dar minha contribuição a um jornalismo que já tem qualidade altíssima e uma proposta de inovação e ousadia”, garante.O início da carreira dele foi aos 16 anos como repórter numa emissora de rádio de Piracicaba, no interior de São Paulo, onde nasceu. No ano seguinte, ele se tornava o repórter mais jovem da história da “Rede Globo” e, aos 21, o mais jovem a cobrir uma Copa do Mundo. Em seu currículo de coberturas esportivas, também constam as da Fórmula 1, outras quatro Copas e cinco Jogos Olímpicos. “Um dos momentos mais desafiadores foi noticiar a morte deAyrton Senna. Eu sabia que estava anunciando a morte de um ente querido de todos os brasileiros. Passei emoção sem perder a precisão na transmissão das informações”, conta.As reportagens internacionais também são marcas importantes na carreira do correspondente que trabalhou quatro anos em Londres, seis em Nova York, e cobriu seis conflitos internacionais, entre eles, os da Palestina, Camboja, Caxemira e Haiti. “Iraque e Afeganistão foram os mais difíceis, porque eram am­bien­tes de impressionante instabilidade, on­de o risco existia a cada segundo. Eu e o cinegrafista Sherman Costa ficamos sob a mira do míssil russo kalashnikov, quando filmamos uma vila que estava sendo destruída pelas tropas inimigas. Na saída, fomos interceptados. Ficamos em poder das forças do talibã, que ameaçaram nos executar. Isso só não aconteceu, pois eu sabia falar algumas palavras no idioma deles”, recorda.Vencedor dos principais prêmios do jornalismo brasileiro, Cabrini realizou muitas entrevistas marcantes, como a que fez com Paulo Cesar Farias, ex-tesoureiro de Fernando Collor de Mello, na época em que PC estava foragido em Londres. “Quando eu o localizei, ele não queria dar entrevista e disse apenas que aceitaria ser filmado. Durante as gravações, porém, acabou falando”, revela.Outro desafio na carreira dele foi quando se tornou âncora de telejornais, o que resultou em saias-justas, como quando Mônica Veloso, conhecida nacionalmente pelo envolvimento com o então presidente do Senado, Renan Calheiros, se recusou a falar a respeito da origem do dinheiro que recebia de um lobista. “Ancorar exige uma preparação diferente. Mas, onde cheguei, procurei continuar sendo sempre um repórter. A reportagem é a base da minha carreira e sempre busco fazer a população refletir. É o que a “Record” quer de mim, com toda certeza”, finaliza. (G.B.)

Fonte: Folha Universal



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